quinta-feira, 19 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Daniel's
Eu mergulhei,
Mesmo sem saber nadar.
Eu desapareci,
Dentro do escuro rio de Daniel's.
Eu afundei,
Como uma fria pedra de gelo.
E desmanchei assim como o mel,
O mel de Daniel's.
Eu morri,
Como todo homem deseja morrer.
E sempre que ela beber do Daniel's
Ela bebera de mim.
Sim, eu morri.
Mesmo sem saber nadar.
Eu desapareci,
Dentro do escuro rio de Daniel's.
Eu afundei,
Como uma fria pedra de gelo.
E desmanchei assim como o mel,
O mel de Daniel's.
Eu morri,
Como todo homem deseja morrer.
E sempre que ela beber do Daniel's
Ela bebera de mim.
Sim, eu morri.
Eu
Esse sou eu,
Uma especie de fogo dentro do gelo.
Os rais de sol atras da tempestade.
O contraste do preto com as estrelas no céu.
Esse sou eu,
Caminhando sozinho a meia noite.
Com passos curtos sem ter onde chegar.
Em busca de um tesouro chamado amor.
As vezes eu não sou eu,
Como em um teatro de palhaços.
Com um sorriso a maquiar minha alma,
Alma borrada por tantas lagrimas
Esse sou eu,
O homem triste do balcão,
Que trocou seus sonhos por algumas doses.
Algumas doses de felicidade.
Uma especie de fogo dentro do gelo.
Os rais de sol atras da tempestade.
O contraste do preto com as estrelas no céu.
Esse sou eu,
Caminhando sozinho a meia noite.
Com passos curtos sem ter onde chegar.
Em busca de um tesouro chamado amor.
As vezes eu não sou eu,
Como em um teatro de palhaços.
Com um sorriso a maquiar minha alma,
Alma borrada por tantas lagrimas
Esse sou eu,
O homem triste do balcão,
Que trocou seus sonhos por algumas doses.
Algumas doses de felicidade.
Uma criança
Eu sou uma pobre criança,
Escondida pelos arbustos da alma.
Perdida por sentimentos sóbrios,
Esquecida em meio a forte tempestade.
Eu sou uma criança,
Que chora sem ter lagrimas.
Corre sem ter pernas,
Apenas uma criança triste na floresta.
Me sinto só,
Como um adulto acompanhado,
Por sentimentos abandonados e queimados
Na minha triste floresta.
Tudo bem,
A tempestade vem ai.
Vai apagar todas as chamas
E inundar meu coração...
Escondida pelos arbustos da alma.
Perdida por sentimentos sóbrios,
Esquecida em meio a forte tempestade.
Eu sou uma criança,
Que chora sem ter lagrimas.
Corre sem ter pernas,
Apenas uma criança triste na floresta.
Me sinto só,
Como um adulto acompanhado,
Por sentimentos abandonados e queimados
Na minha triste floresta.
Tudo bem,
A tempestade vem ai.
Vai apagar todas as chamas
E inundar meu coração...
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Prisão perpetua.
Foi um crime te amar,
Agora cá estou eu, preso no seu coração.
De sentença certa: "Morrer de amor".
Então por favor, trate-me bem.
Sinta o meu porvir, cuide de mim.
Seu detento mais revoltado,
Acorrentado ao seu coração.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O Remedinho
Mamãe, mamãezinha, traga meu remédio.
Eu preciso, não quero chá, me traga o remedinho...
Só ele pra me acalmar, não tente me convencer...
Mamãezinha, eu estou tão triste.
Me ajude por favor, me traz meu remedinho.
Quero dormir o dia todo, quero apagar esse Sol.
Me deixe dormir, só me acorde na hora do jantar.
Quero comer, algo bem gostoso
Algo feito pela senhora, quentinho na hora.
Ai depois volto a dormir, me deixe aqui.
Mamãe, não quero falar com ninguém
A senhora pode vir as vezes,
Só pra saber se estou bem,
Mamãe, eu sempre estarei...
O remédio mamãe, o remedinho.
Não vou viciar mamãe, eu prometo.
Apague a luz e feche a porta.
Obrigado mamãe.
Só a senhora se importa.
Eu preciso, não quero chá, me traga o remedinho...
Só ele pra me acalmar, não tente me convencer...
Mamãezinha, eu estou tão triste.
Me ajude por favor, me traz meu remedinho.
Quero dormir o dia todo, quero apagar esse Sol.
Me deixe dormir, só me acorde na hora do jantar.
Quero comer, algo bem gostoso
Algo feito pela senhora, quentinho na hora.
Ai depois volto a dormir, me deixe aqui.
Mamãe, não quero falar com ninguém
A senhora pode vir as vezes,
Só pra saber se estou bem,
Mamãe, eu sempre estarei...
O remédio mamãe, o remedinho.
Não vou viciar mamãe, eu prometo.
Apague a luz e feche a porta.
Obrigado mamãe.
Só a senhora se importa.
Perdidos e achados.
Perdido pelos desertos sentimentais.
Com as tempestade de tristezas a me atingir os olhos.
Olhos que nada vêem alem do acaso.
E eu estou tão cansado de mim.
Perdido pelo mar de lagrimas,
A procura de um sentimento firme.
E mesmo que você não acredite,
Os ventos da paixão me empurram
Sempre na sua direção.
Com as tempestade de tristezas a me atingir os olhos.
Olhos que nada vêem alem do acaso.
E eu estou tão cansado de mim.
Perdido pelo mar de lagrimas,
A procura de um sentimento firme.
E mesmo que você não acredite,
Os ventos da paixão me empurram
Sempre na sua direção.
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